sábado, 20 de novembro de 2010

Início e ...

No que se inicia eu coloco reticências e que seja o que essa nossa grafia quiser!
Que nossa história seja composta por versos livres, que a métrica não nos aprisione.
Também não sejamos adeptos da gramática normativa, esse dinossauro que nos sufoca. Que possamos andar livremente pela sociolinguística, pois o importante é nosso entendimento e não a classificação.
Que sejamos bilíngues, trilíngues, ou até poliglotas, mas que haja em cada língua um dicionário só nosso que agregue nossos significados e significantes.
Que Bakhtin tenha "inventado" mecanismos para a análise dos nossos discursos silenciosos, faciais e corporais;
E que haja gêneros literários suficientes para narrar a história dos nossos silêncios, nossos sorrisos, nossos movimentos e de nossas línguas...

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