No que se inicia eu coloco reticências e que seja o que essa nossa grafia quiser!
Que nossa história seja composta por versos livres, que a métrica não nos aprisione.
Também não sejamos adeptos da gramática normativa, esse dinossauro que nos sufoca. Que possamos andar livremente pela sociolinguística, pois o importante é nosso entendimento e não a classificação.
Que sejamos bilíngues, trilíngues, ou até poliglotas, mas que haja em cada língua um dicionário só nosso que agregue nossos significados e significantes.
Que Bakhtin tenha "inventado" mecanismos para a análise dos nossos discursos silenciosos, faciais e corporais;
E que haja gêneros literários suficientes para narrar a história dos nossos silêncios, nossos sorrisos, nossos movimentos e de nossas línguas...
já disse, mas vou repetir: muito bom!!!
ResponderExcluirValeu La!!!
ResponderExcluiresses meus amigos cultos!! lembrei das minhas aulas de "linguística" rsrs
ResponderExcluirHahahaha "linguística" é mara!!!
ResponderExcluirMto interessante...
ResponderExcluirbonito, pra mim tem influencia de Drummond aí...
parabéns!